Ataques congelados
(FIFA.com) Segunda-feira 4 de julho de 2011
Momentos chave da rodadaTemporada de caça a Patos e GansosO brasileiro Alexandre Pato protagozinou um dos melhores momentos do primeiro tempo contra a Venezuela ao carimbar o travessão de Renny Vega após belo passe de Daniel Alves. Mas o que se seguiu ao lance foi o verdadeiro ponto alto da etapa: um simpático cachorro driblou a segurança do Ciudad de La Plata e entrou tranquilamente em campo para um rápido passeio pela área venezuelana. O cãozinho passou incólume entre Pato, Ganso e outras espécies de jogadores antes de rumar seguro para o vestiário, sob aplausos da torcida.
Disparada equatorianaOs primeiros minutos de pouca inspiração do duelo entre Paraguai e Equador foram interrompidos por Christian Benitez, que disparou em velocidade pelo meio campo, passou entre três marcadores e só não marcou um golaço a favor do Equador porque Justo Villar, arqueiro paraguaio, conseguiu desarmá-lo na tentativa do drible.
Jogador do dia
Alexandre Pato (Brasil)
O atacante do Milan foi a melhor opção de ataque do Brasil na estreia, levando perigo constante à zaga venezuelana. Além da bomba no travessão, mostrou precisão nos passes e se movimentou bem na frente, tornando-se uma boa referência para o meio de campo. “Infelizmente a bola não entrou, bateu na trave. Agora precisamos trabalhar para que isso não aconteça nos próximos jogos”, avaliou o jogador.
Alexandre Pato (Brasil)
O atacante do Milan foi a melhor opção de ataque do Brasil na estreia, levando perigo constante à zaga venezuelana. Além da bomba no travessão, mostrou precisão nos passes e se movimentou bem na frente, tornando-se uma boa referência para o meio de campo. “Infelizmente a bola não entrou, bateu na trave. Agora precisamos trabalhar para que isso não aconteça nos próximos jogos”, avaliou o jogador.
Números que falam
25: É o número de gols que a Seleção Brasileira havia marcado nos cinco confrontos anteriores com a Vinotinto pela Copa América. Antes do empate sem gols deste domingo – o pior resultado da equipe verde-amarela diante da Venezuela –, o Brasil conquistara cinco vitórias elásticas sobre os rivais: 4 a 0 (1975), 6 a 0 (1975), 5 a 0 (1987, também na Argentina), 3 a 1 (1989) e um impresionante 7 a 0 (1999).
25: É o número de gols que a Seleção Brasileira havia marcado nos cinco confrontos anteriores com a Vinotinto pela Copa América. Antes do empate sem gols deste domingo – o pior resultado da equipe verde-amarela diante da Venezuela –, o Brasil conquistara cinco vitórias elásticas sobre os rivais: 4 a 0 (1975), 6 a 0 (1975), 5 a 0 (1987, também na Argentina), 3 a 1 (1989) e um impresionante 7 a 0 (1999).
Frase do dia“Tive menos trabalho do que imaginava, especialmente quando vi a escalação do ataque deles. Este resultado, assim como o empate entre Argentina e Bolívia, prova que esta Copa América não será fácil para os grandes times. Não estamos aqui a passeio e, assim como todos os outros times, sonhamos com uma vaga na próxima fase”, Renny Vega, goleiro da Venezuela.
O que vem por aíQuatro jogos, três gols. A expectativa de ver as redes balançando para valer na Copa América fica para esta segunda-feira, que reserva dois promissores confrontos. Em rodada dupla em San Juan, o Uruguai encara o Peru e o Chile enfrenta o México.
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